A Prefeitura de Salvador precisou adotar novas medidas administrativas e jurídicas para tentar destravar a compra dos novos micro-ônibus do transporte complementar (STEC).

O processo acumulou um atraso surreal de mais de 200 dias — mais de meio ano de impasses burocráticos enquanto a frota atual definha nas ruas.


Para quem mora na periferia, o amarelinho não é capricho: é a única condução que entra nos acessos mais difíceis da comunidade e conecta o morador às estações principais.

A realidade de quem depende dessas linhas todos os dias não esconde o problema:

• Veículos desgastados quebrando no meio do trajeto;

• Calor sufocante e superlotação diária;

• Esperas intermináveis nos pontos por falta de carros em condições reais de rodar.

Enquanto prazos e processos se arrastam nas mesas de gabinetes climatizados, a conta do atraso segue caindo nas costas do passageiro periférico.

[PASSO 4: CLÍMAX COMPARTILHÁVEL] Duzentos dias de processo travado no papel não atrasam a vida de quem anda de carro oficial — custam o tempo, o bolso e a paciência de quem precisa do transporte complementar para bater ponto no horário.

[PASSO 5: FECHAMENTO] Como está a situação das linhas de amarelinho que atendem o seu bairro? Ainda dão conta do recado ou vivem quebrando?

Compartilhe esta publicação no grupo da sua rua ou da sua comunidade e comente qual itinerário precisa urgentemente de frota nova.

Informações: Portal A Tarde

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui